10 de março de 2011

Nissan começa a fabricar March no México

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Primeiras unidades do Nissan March saem da linha de montagem em Aguascalientes, no México
A Nissan começa a fabricar o pequeno hatch March em Aguascalientes, no México, de onde virão as unidades que serão vendidas no Brasil a partir do terceiro trimestre, provavelmente entre julho e agosto. Da nova fábrica sairão 60 mil unidades por ano, sendo 70% deste volume para exportação.
Em 2013 o March ganhará uma versão sedã, que também será feito na mesma unidade de produção. Além do México, o March é feito na Tailândia, India e China. Em vários mercados, o carro será vendido com motor 1.2 de 80 cavalos. No Brasil, virá com o 1.0 flex da Renault usado no Clio, Sandero e Logan e que rende até 77 cavalos com etanol.   Divulgação

Presidente do México, Felipe Calderón, ao volante do March durante inauguração da linha de montagem da Nissan

Mini Cooper S

O jogo estava marcado. Mas a escalação só foi definida na véspera, quando o Mini Cooper S chegou à concentração. Ele entrou em campo com aerofólio de fibra de carbono que, apesar de exagerado, lhe caiu bem. O acessório é do kit John Cooper Works e custa R$ 5,6 mil. Entre os itens titulares, rodas aro 17, grade tipo colmeia na cor preta, saída de escape dupla e entrada de ar no capô.
Fabio Aro e Guilber Hidaka
Melhores jogadas aparecem quando o motor 16V tabela com o câmbio no modo Sport
E nada disso é firula. Com motor 1.6 16V turbo de 175 cv, o “S” alcança 100 km/h em 7,2 s – dá um olé no Cooper convencional, que tem 120 cv e é 3,4 s mais lento. O torque de 24,5 kgfm aparece cedo, a partir de 1.600 rpm, e resolve a falha em baixa rotação apontada pelo editor Hairton Ponciano Voz no teste da versão menos potente. É fácil se empolgar e superar o limite da estrada. Para conter o ímpeto, potentes discos nas quatro rodas freiam o Mini de 80 km/h a 0 em apenas 23,9 m.
A condução lembra a de um kart. A direção é direta e a estabilidade, impecável. A carroceria quase não inclina e, por isso, sair da trajetória requer muito abuso. A suspensão é firme e informa tudo aos ocupantes, até as menores imperfeições do solo. A diversão só não é maior porque falta o câmbio manual. Ainda assim, o Mini surpreende nas arrancadas. “Frita tanto os pneus, que nem parece automático”, disse o editor Daniel Messeder, que fez os testes na pista. As trocas das marchas podem ser feitas a partir de borboletas atrás do volante, só que não são intuitivas: para reduzir, é preciso empurrar a haste com o polegar. Além disso, mesmo no modo manual, a transmissão sobe a marcha sozinha quando o limite de giros se aproxima. Para extrair o melhor dela, o ideal é ativar o botão Sport, à frente da alavanca.
Fabio Aro e Guilber Hidaka
Nem precisava de aerofólio, mas com ele a saída dupla de escape, o Cooper S bate um bolão
No interior, a forma supera a função. O velocímetro circular no centro do painel é puramente estético – a velocidade, a gente vê no display digital. Os botões que abrem janelas e determinam o tom da iluminação são charmosos, mas quem nunca dirigiu um Mini demora a se adaptar, como observou a repórter Carina Mazarotto. Passada a fase de adaptação, é só curtir a atuação do craque. O pênalti pode ser o preço: R$ 128.750 – quase R$ 50 mil a mais do que o Cooper Salt.
Fabio Aro e Guilber Hidaka
Mini é dominado por formas arredondadas, que tomam conta do interior; mas peca na ergonomia

9 de março de 2011

Fiat começa produção do 500 no México

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Fiat 500 feito no México terá versão mais simples, sem controle de estabilidade, entre outros itens, que custará menos de R$ 50 mil
A Fiat iniciou a produção do compacto 500 no México esta semana. Segundo comunicado oficial da marca, a fábrica de Toluca, que pertence à Chrysler, passará a produzir as unidades destinadas ao mercado das Américas e China. Isso inclui o Brasil, onde um dos modelos mexicanos já foi flagrado em testes na semana passada. Na nova linha de produção, o Cinquecento não passará por mudanças visuais, ganhando apenas adaptações na motorização, que passa a ser Multiair 1.4.
A expectativa de produção é de 120 mil unidades anuais. A fábrica também monta os modelos Dodge Jorney e, futuramente, Freemont (que também será vendido no Brasil). Com a mudança de origem, o 500 deverá ganhar um abatimento de preço por aqui, já que o acordo comercial com o México isenta a cobrança de impostos de importação. Uma versão menos equipada (sem controle de estabilidade e hill holder) deverá custar um pouco menos de R$ 50 mil.
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